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26 novembro 2008

Prémios de Arquitectura Paisagista 2008 já atribuídos

Os prémios de Arquitectura Paisagista 2008 voltaram a consagrar as melhores obras de espaços exteriores concluídas nos últimos cinco anos, assim como os projectos mais promissores desenvolvidos por estudantes e jovens profissionais até aos 30 anos. A cerimónia de entrega de prémios realizou-se no passado dia 21 de Novembro, no Centro de Informação Urbana de Lisboa.

Prémio Nacional de Arquitectura Paisagista 2008 consagra três projectos de espaços verdes

O projecto da Entrada Poente do Parque Verde do Mondego, desenvolvido por João Ferreira Nunes, do atelier PROAP – Estudos e Projectos de Arquitectura, conquistou o primeiro lugar na categoria Espaços Exteriores de Uso Público.

Na categoria de Jardins Privados o galardão foi atribuído ex-aequo aos projectos de Aquapura Douro Valley, realizado por Jorge Oom Ferreira, da Jardins do Paço – Arquitectura Paisagista e do Anfiteatro Colina de Camões, da autoria de Cristina Castel-Branco, da ACB – Arquitectura Paisagista.

A «elevada qualidade» do projecto e a adopção de uma «solução inovadora recorrendo a uma grande simplicidade», foram os aspectos ressaltados pelo júri do PNAP para justificar a atribuição do primeiro lugar à obra da Entrada Poente do Parque Verde do Mondego.

O segundo prémio foi entregue à intervenção de Requalificação do Jardim da Quinta da Alagoa, também da autoria de João Ferreira Nunes, tendo o projecto sido destacado pela «boa adequação ao local» e promoção da sustentabilidade «quer ao nível ambiental, quer social».

Ao projecto do Parque Urbano de Albarquel, em Setúbal, desenvolvido por Catarina Assis Pacheco e Filipa Cardoso Menezes, da F&C – Arquitectura Paisagista, foi atribuído o terceiro lugar.

Considerando serem «duas soluções muito distintas» – «uma muito naturalizada e outra com soluções técnicas muito actuais» –, o júri optou por, na categoria Jardins Privados, atribuir o primeiro lugar, em ex-aequo às obras de Aquapura Douro Valley e do Anfiteatro Colina de Camões.

O terceiro prémio foi concedido aos Jardins do Condomínio de S. Bernardo 110, obra projectada por João Ceregeiro, da Ceregeiro – Arquitectura Paisagista. Os três primeiros classificados, em ambas as categorias, receberam troféus de excelência.

O júri desta edição do PNAP foi presidido por João Pedro Costa, director do jornal Arquitecturas, e integrou Miguel Velho da Palma, em representação da Planbelas, Elisabete Moura Barreiros Ferreira, em representação da APAP, José Tito Rojo, Conservador do Jardim Botânico da Universidade de Granada (Espanha) e pelo arquitecto paisagista Daniel Monteiro, que conquistou o prémio em 2007.

O Prémio Nacional de Arquitectura Paisagista, que vai já na sua quarta edição, promove anualmente o reconhecimento público do trabalho de arquitectos paisagistas portugueses. Esta iniciativa é organizada pelo jornal Arquitecturas, editado pelo Grupo About Media, com o patrocínio da Planbelas, promotora do Belas Clube de Campo, do Grupo André Jordan, e o apoio institucional da APAP – Associação Portuguesa de Arquitectura Paisagista.

«Estamos a premiar de forma pioneira a arquitectura paisagista em Portugal», recordou João Belo, director-geral do Grupo About Media, na sessão de entrega de prémios, sublinhando: «Não se concebe o futuro sem uma gestão correcta da paisagem».

Prémio Jovem Arquitecto Paisagista UrbaVerde/Vibeiras distingue novos valores

A quinta edição do Prémio Jovem Arquitecto Paisagista UrbaVerde/Vibeiras distinguiu 11 estudantes universitários e arquitectos paisagistas com idade inferior a 30 anos.

Ricardo José Duarte Ventura e Pedro Filipe Bernardo Dias venceram o primeiro prémio na categoria Jovens Profissionais, lançada pela primeira vez nesta edição, com o projecto “Piódão 2022.4R”.

Já na categoria Estudantes, o principal galardão foi atribuído ao trabalho “Corredor Verde Urbano – Ribeira de Albufeira”, realizado por Alexander Emanuel Ferreira Gomes e Iúri Miguel Chagas, da Universidade do Algarve.

O Prémio UrbaVerde/Vibeiras Jovem Arquitecto Paisagista, que visa distinguir publicamente o trabalho de estudantes e jovens arquitectos paisagistas até aos 30 anos, é organizado pelo jornal Arquitecturas em parceria com a Vibeiras – Sociedade Comercial de Plantas.

A Associação Portuguesa de Arquitectura Paisagista (APAP) assegura apoio institucional à iniciativa. «Este prémio é uma forma de incentivar e de mostrar que há caminho para os jovens arquitectos paisagistas», realçou Luís Santos Pereira, administrador da Vibeiras, durante a sessão de entrega de prémios, que se realizou no passado dia 21 de Novembro, no Centro de Informação Urbana de Lisboa.

Aos dois primeiros classificados, em ambas as categorias, foi concedido um cheque no valor de 1.500 euros, atribuído pela Vibeiras, para além de um troféu de excelência.

Na categoria Jovens Profissionais saíram ainda premiados o projecto “Requalificação Ambiental entre Buçaquinho e Cortegaça”, realizado por Sara Helena Madeira Moras e Ana Sofia Ferreira Pacheco, que arrecadou o segundo lugar, assim como a proposta “The Shell”, assinada por Maria Raquel Dias de Carvalho de Sousa Leonardo, classificada no terceiro posto.

Entre os Estudantes, mereceram também distinção o trabalho “Ecoparque do Amial”, desenvolvido por Daniela dos Santos Silva e Ricardo Alexandre Lima Gomes (2º lugar), e o projecto “Parque Urbano do Verdeal”, da autoria de Joana Maria Oliveira Marques e Vânia Raquel de Sousa Moreira (3º lugar), todos eles alunos da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto.

A selecção dos projectos premiados foi realizada por um júri de nove elementos, constituído por Luís Santos Pereira, em representação da Vibeiras – Sociedade Comercial de Plantas, Inês Magro, da Associação Portuguesa de Arquitectos Paisagistas e João Castro, da Câmara Municipal de Lisboa, integrando ainda representantes de todas as universidades no país onde se lecciona o curso de arquitectura paisagista: Laura Roldão Costa, da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Isabel Matos, da Escola Universitária Vasco da Gama, Jorge Barbosa, da Universidade do Porto, Ana Luísa Soares, do Instituto Superior de Agronomia, Pedro Batalha, da Universidade Évora e Henrique Cabeleira, da Universidade do Algarve.

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