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23 December 2018

Os óscares que também promovem o imobiliário português

Francisco Grácio, Administrador da PortugalRur

Já noutro momento aqui tinha aludido ao facto de turismo e imobiliário andarem de mãos dadas, tendo mesmo considerado o turismo como uma antecâmara para o investimento imobiliário, quer seja institucional ou pessoal.

Quando o mercado imobiliário bate todos os recordes, também o turismo em Portugal segue o mesmo caminho.

Pelo segundo ano consecutivo, Portugal foi eleito o melhor destino turístico do mundo pelos World Travel Awards, considerados os ‘Óscares’ do turismo mundial, que decorreu em Lisboa.

Mas não foi apenas este “óscar” que o país ganhou. Recebemos mais 16 prémios, depois dos sete troféus conquistados em 2017 e dos quatro que havíamos ganho em 2016. Isto, para além de, em junho, Portugal já ter sido reeleito como o Melhor Destino Turístico da Europa, também pela segunda vez.
O reconhecimento internacional vem fazer justiça ao caminho excepcional que o turismo português está a trilhar. Uma indústria que, em 2017, gerou receitas de 15 mil milhões, o que corresponde a 10% do PIB nacional.

Um caminho meritório que o turismo está a fazer, que alavanca a notoriedade internacional de Portugal, proporciona experiências culturais, gastronómicas, históricas, entre outras, de exceção num país seguro e com o melhor clima da Europa.

Estes fatores, transversais também ao imobiliário, propiciam que estrangeiros que nos visitam fiquem com uma natural apetência para virem e ou investir em Portugal. Neste sentido, os chamados Óscares do Turismo’ funcionam como uma pré-venda do imobiliário português, não apenas citadino, essencialmente concentrado em Lisboa e no Porto, mas também rural, espalhado por todo o país, de norte a sul, como testemunhamos quotidianamente.

Face a esta onda positiva que bafeja o nosso país, e neste momento particular, é essencial que o Orçamento do Estado não traga más notícias a investidores ou a simples cidadãos que pretendem comprar casa no nosso país. Pelo contrário, deveremos criar incentivos à captação de investimento, particularmente para as zonas do interior de Portugal que carecem de renovação, repovoamento e de uma redinamização económica que o investimento em imobiliário é capaz de trazer.

Source: Francisco Grácio, Administrador da PortugalRur

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