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Date: 22/10/2019
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20 August 2019

Posicionar Portugal como hub internacional em turismo e imobiliário é um desígnio nacional!

Jorge Garcia, Especialista em Imobiliário

Pela sua relevância, começamos este artigo com uma congratulação e uma homenagem. Congratulação pela reeleição de Luís Lima que irá continuar a dirigir a CIMLOP – Confederação da Construção e do Imobiliário dos Países de Língua Oficial Portuguesa até 2022. Prosseguir na criação e consolidação de redes e parcerias entre os operadores dos países lusófonos integrantes será a prioridade. No período em que exerci a minha actividade profissional no Brasil, constatei o respeito e a admiração que foi granjeando por todos os operadores do mercado imobiliário lusófono, nos eventos que partilhámos. 

Uma homenagem de coração a Felipe Cavalcanti, que comunicou há poucos dias a sua saída da presidência da ADIT - Associação para o Desenvolvimento Imobiliário e Turístico do Brasil.  Impossível recordar, a minha participação como palestrante a seu convite, na I Edição do Nordeste Invest em Maceió no Estado de Alagoas em 2006. Hoje a ADIT ganhou dimensão nacional e internacional graças ao seu empreendedorismo e resiliência. Felipe Cavalcanti que irá prosseguir na ADIT com funções não executivas irá lançar a Matx Academy, uma instituição ligada à educação executiva.E como não recordar esse evento, em que entre muitos ilustres empresários e executivos do mercado turístico e imobiliário do Brasil e Portugal, tive o grande privilégio de conhecer o “jovem” Peixoto Accyoli, hoje CEO da RE/MAX Brasil. Este é um mercado que continuará a ser feito de Pessoas para Pessoas e estes são três grandes exemplos de afirmação pessoal e profissional pelo seu mérito e capacitação.

Voltemos ao título do artigo. Posicionar Portugal como hub internacional em turismo e imobiliário, é desejável e possível. Portugal acaba de ser eleito pelo terceiro ano consecutivo, o melhor destino turístico europeu pelos World Travel Awards, os óscares do turismo. Portugal arrecadou prémios europeus em 39 categorias. 

O posicionamento estratégico para que possamos atingir este desígnio depende de quatro  grandes alicerces: acessibilidades, atractividade, competitividade, motivação e atracção de talento. 

As acessibilidades rodoviárias estão disponibilizadas. Insistimos na urgência do início das obras da complementaridade do aeroporto de Lisboa. Já não temos capacidade de captar novas companhias aéreas e que estas vejam possibilitada a rentabilização das suas operações. E a ferrovia? É imperioso aumentar a sua capacitação e rentabilidade. A atractividade terá de passar pela consolidação de novos destinos turísticos e de residência. Vilas e aldeias do interior ávidas de visitação, população e investimento. Precisamos valorizar e promover os factores ligados à cultura, tradições, património natural, monumental e cultural, gastronomia e vinhos, saúde e bem estar. Em função da localização, para além do golfe, actividades marítimas, caça e equestres. Competitividade pela capacitação e qualificação dos nossos empresários e recursos humanos, com o objectivo de tornar as suas empresas mais rentáveis e habilitar os seus recursos humanos para que possam prestar serviços de elevada qualidade.Mais competitividade pelo alinhamento fiscal com os nossos concorrentes, pela estabilidade legislativa e fiscal, pela produtividade dos serviços camarários competentes na aprovação dos licenciamentos de projectos turísticos e imobiliários.Motivação e atracção de talento, pelo salário e reputação institucional das empresas mas sobretudo pelas causas e compromissos sociais assumidos pelas empresas do mercado turístico e imobiliário. Pelo envolvimento dos colaboradores dessas empresas como seus embaixadores. Pela diferenciação como empresas social e ambientalmente responsáveis. 

Deixo-vos com dois exemplos, que há uma década atrás enquanto director de comunicação e marketing de uma rede de franquia imobiliária em Portugal, antecipando tendências mas por  genuína crença pessoal, conseguimos implementar ; “ Por cada casa vendida, uma Árvore plantada” campanha que permitiu a reflorestação de uma vasta área no concelho de Peniche. “Por cada casa vendida, um donativo para a Fundação do Gil”, que permitiu promover o bem estar clínico, social e emocional de muitas crianças em risco na sua maioria oriunda dos PALOP´S, perspectivando a sua reintegração em família. 

Source: Jorge Garcia, Especialista em Imobiliário

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