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Fecha: 29/3/2020
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11 diciembre 2012

Oportunidades de investimento e empreendedorismo, marcam a presença portuguesa no Brasil!

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Jorge Garcia, Especialista em Imobiliário

No limiar da “virada” do ano, a comunidade luso brasileira e particularmente muitos dos quadros e empresários portugueses sediados em S. Paulo, associou-se às comemorações do centenário da Câmara Portuguesa do Comércio de S. Paulo.

Tive oportunidade de rever alguns amigos mas sobretudo de partilhar um sentimento que parece unir todos aqueles que tendo nascido em Portugal, vão encontrando no Brasil oportunidades de carreira profissional e de criação de riqueza; confiança no futuro.

Quadros de grandes empresas portuguesas, particularmente dos setores bancário, energético, telecomunicações, construção e obras públicas mas sobretudo jovens empresários e empreendedores como aqueles que partilharam comigo a mesa da Cunha Vaz Associados e que nos últimos anos têm rumado a este País para criarem e desenvolverem os seus negócios.

Arriscaria afirmar que nesse jantar, estiveram reunidos muitos dos licenciados e pós-graduados formados na última década nas universidades portugueses de economia, gestão e engenharia e muitos dos “start-up´s” que em Portugal não encontraram condições ou mercado para a expansão da sua atividade.

Em seu discurso proferido no evento, o ministro da Educação Aloísio Mercandanti, voltou a realçar que os portugueses são “bem vindos” nas universidades e no mercado brasileiro.

O Brasil tem necessidades de quadros especializados nalguns domínios e setores da economia, urge encontrar caminhos e soluções políticas que agilizem a viabilização dessa intenção.

Como j�� referimos, a confiança dos portugueses aqui residentes no futuro do Brasil é grande, apesar das previsões em baixa dos resultados do crescimento económico em 2012. Para 2013 as projeções apontam já para um crescimento acima dos 3%.

O principal entrave a um maior crescimento, tem sido a fraca recuperação do investimento. Devido à conjuntura internacional, os incentivos oferecidos pelo governo nos últimos meses como a redução dos juros de financiamento pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), a queda da SELIC taxa de juro básica utilizada como referência pelo mercado monetário e a desoneração da folha de pagamentos para alguns setores da economia, não têm estimulado o investimento para os níveis desejados.

Apesar de uma boa recuperação no último trimestre deste ano, a crise externa continua a moderar a confiança dos investidores. De acordo com os principais analistas, apesar da condicionante externa, no Brasil continuaremos a ter um moderado crescimento econômico nos próximos três anos, mas teremos crescimento.

E o mercado imobiliário?
Recente estudo realizado pela Fundação Getúlio Vargas, uma das mais credenciadas instituições de ensino e pesquisa nas áreas das ciências sociais, afasta rumores de formação de uma bolha imobiliária. Também esta fonte vem corroborar aquilo que vimos publicando ao longo do ano.

A subida dos preços verificada no mercado imobiliário brasileiro, tem uma base real de mercado, tendo sido impulsionada pelo aumento da demanda (procura). Convidado por uma empresa de distribuição de produtos energéticos, tive também a grata oportunidade de assistir a uma palestra, ministrada pelo treinador da seleção brasileira de vôlei. Bernardino, uma das principais figuras mundiais da modalidade, abordou em sua palestra de 60 minutos temas como a gestão de equipes e a motivação individual e coletiva de seus membros.

Relatando a história de sua carreira esportiva como treinador, o foco de suas mensagens se concentrou em tópicos como liderança, definição de metas, motivação, comunicação e coaching. E esses são os grandes desafios das redes de franquia imobiliária que trilham o seu caminho no mercado brasileiro.

2013 será o ano do início de um novo ciclo. As lideranças que conseguirem impulsionar em suas equipes, garra, determinação, amor e dedicação, posicionarão suas empresas para a conquista.

Com a economia e o mercado imobiliário em crescimento, abre-se uma “janela de oportunidade” para a expansão das redes de franquia imobiliária, sobretudo aquelas que vierem acrescentar valor à cadeia produtiva.

E em Portugal?
Prosseguir-se-á no caminho da aprovação de medidas avulsas de incentivo ao mercado de arrendamento e à reabilitação urbana? Ir-se-á prosseguir a “cegueira” fiscal e tributária? Teremos finalmente no próximo ano, um rumo estratégico para a fileira da construção e do imobiliário?

Fuente: Jorge Garcia, Especialista em Imobiliário

Total de comentarios:1Comentarios

(13 dic. 12 04:43) Francisco Barão

Caro Jorge Antes de mais quero agradecer-lhe a sua reflexão muito oportuna e acertiva. Embora, no que respeita ao Brasil, direcionada apenas para as franquias. Com respeito a Portugal temos um grave problema e eu penso que a solução não está na nova lei do arrendamento, tão pouco na reabilitação urbana. Creio que estamos a colocar as coisas ao contrário. Será talvez necessário fazer o que Marx diz ter feito à filosofia Hegeliana, isto é, virá-la ao contrário para a colocar de pés acentes nos chão (risos). O problema é que não adianta (ou adianta muito pouco) promulgar uma nova lei que substitua o NRAU quando as pessoas não têm dinheiro para pagar o valor da renda mensal. A questão é a seguinte: se não conseguem pagar a hipoteca que geralmente é inferior, como poderão pagar a renda? Acresce que na entrada terão pelo menos de pagar uma renda e a caução. Como? O que está a acontecer é que para fazer negócio, o medidor facilita o pagamento da caução (a sua comissao) em prestações. Portanto, se não houver c

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