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14 avril 2015

Confiança e harmonia de funcionamento serão decisivas na recuperação económica!

Jorge Garcia, Especialista em Imobiliário

Esta semana em Washington tal como já o haviam feito em Davos, o ministro da Fazenda Joaquim Levy e sua equipa estão focados na credibilização externa da governança económica do País e sobretudo na comunicação da atratividade dos instrumentos de “project finance”, novo modelo de financiamento de projectos de infra – estrutura. Num cenário de contração económica, redução dos investimentos públicos e ajuste fiscal, a captação de investidores privados externos é uma prioridade. Acreditando que esse portfólio de investimentos em infra - estrutura possa atrair investidores internacionais, a próxima preocupação irá certamente incidir sobre quem irá executar essas obras. Mas cada coisa a seu tempo.

Outra grande prioridade é afastar a perspectiva de revisão da classificação de rating (nota do crédito) de estável para negativa por parte das principais agências globais de classificação de risco; Fich, Standard & Poor´s e Moody´s. Por enquanto, a capacidade já demonstrada num passado recente de enfrentar choques externos, a diversidade da economia brasileira, a capitalização do sistema bancário mas sobretudo um voto de confiança na capacidade da nova equipa económica implementar as anunciadas medidas de ajuste fiscal, vêm segurando a nota de risco do Brasil. A imagem percepcionada de um crescente mau estar entre executivo e legislativo, os efeitos directos e indirectos da investigação “Petrobrás”, a deterioração das contas públicas com o aumento da dívida pública em 2014 para 58.9 % do PIB (Produto Interno Bruto) são factores negativos que poderão vir a ser levados em conta numa eventual reapreciação da classificação do risco de investimento.

E no Ceará? De acordo com o IPECE (Instituto de Pesquisa e Estratégia Económica do Ceará) em 2014 a taxa de crescimento do PIB cearense foi de 4,36%, muito acima dos 0,1 % a nível nacional. Mesmo no actual cenário econômico brasileiro, a expectativa de crescimento em 2015 para o Ceará é de 2,5%. As apostas estratégicas no turismo e no Complexo Portuário e Industrial do Pecém revelaram-se acertadas. A oferta no mercado imobiliário tem conseguido adaptar-se às novas condicionantes da procura, respondendo com maior profissionalismo em função das expectativas dos consumidores.

Quanto a outros Países de expressão portuguesa, as notícias que nos chegam de Angola são animadoras. Existe um esforço de diversificação económica e vontade política para a criação de novos “cluster´s”; agricultura e pescas, indústria, transportes e logística, hotelaria e turismo, energia e águas. Nesse âmbito de acordo com Paulino Domingos Baptista, secretário do Estado para Hotelaria e Turismo, 25 novos hotéis serão brevemente inaugurados em todo o território nacional, o que aumentará a oferta hoteleira em 2.000 quartos e irá criar milhares de novos postos de trabalho.

De Portugal continuam a chegar algumas boas notícias. Os juros da dívida soberana portuguesa estão a cair para os mínimos de sempre. Começam a sentir-se os efeitos positivos do programa do Banco Central Europeu que desde Março através da compra significativa de dívidas soberanas e privadas fez aumentar a procura e assim diminuir o seu valor. Algumas taxas de juro de curto prazo tornaram-se mesmo negativas o que presume um elevado grau de confiança dos investidores na compra de títulos de dívida pública soberana dos países europeus.

Também de acordo com o ranking “Global Residence and Citizenship Program” da Henley & Partners, uma das maiores multinacionais de consultoria em residência e atribuição de cidadania, o programa de autorização de residência para investimento implementado em Portugal é o melhor do Mundo, por ser aquele que melhores condições oferece ao investimento estrangeiro. Reputação, qualidade de vida, ambiente fiscal, acesso a vistos, tempo e requisitos para a aquisição de cidadania são os factores considerados nesta avaliação.

Já aqui o dissemos. Num momento em que a recuperação económica em Portugal é ainda a expressão estatística da melhoria de alguns indicadores económicos não se tendo ainda repercutido transversalmente no poder aquisitivo e qualidade de vida da maioria da população, o programa dos “vistos gold” tem assegurado a milhares de profissionais imobiliários e a prestadores de outros serviços, o auto emprego e a remuneração do seu trabalho. Sem o programa dos “vistos gold” os efeitos da crise económica teriam sido mais devastadores.

Source: Jorge Garcia, Especialista em Imobiliário

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