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21 septembre 2015

Convergência estratégica do turismo e imobiliário é condição para um crescimento sustentável!

Jorge Garcia, Especialista em Imobiliário

Se no segmento alto a competitividade do turismo e do imobiliário é grande pela qualidade da oferta hoteleira de luxo, das marinas e campos de golfe e dos produtos imobiliários “prime”, nos segmentos médio e médio - alto deve continuar a consolidar-se a oferta de inovadores produtos turísticos e imobiliários. Se existem áreas em que Portugal se pode tornar referência mundial no empreendedorismo é no turismo e no imobiliário. 

Portugal continua a afirmar-se como destino turístico e imobiliário nos “media” de referência internacionais e plataformas digitais especializadas e tem vindo a obter notoriedade internacional. A recente eleição para a direcção da Organização Mundial de Turismo é mais um reconhecimento da capacidade dos operadores deste sector de actividade. Cabe a estes continuar a apostar na qualificação dos recursos humanos, qualidade do serviço prestado e na inovação, como factores de diferenciação face a outros destinos concorrentes. 

Portugal é também, cada vez mais, um destino seguro para investir. Para além dos clássicos mercados emissores como o Reino Unido, França e Alemanha e novos como Rússia, China, EUA e Irlanda, o Brasil pode e deve ser um mercado-alvo da promoção turística e imobiliária. Para a maioria dos brasileiros a descoberta de um Portugal que não conhecem tem-se revelado uma surpresa que vem superando as suas expectativas. Encontram o que vêm procurando nos últimos anos em outras paragens; segurança, organização, estabilidade mas também acolhimento na mesma língua. Os produtos imobiliários portugueses continuam a ser um atractivo meio para aplicação de capitais. O mercado imobiliário em Portugal é uma boa opção de investimento com possibilidade de valorização onde não se verificaram bolhas imobiliárias, beneficiando de preços competitivos face a outros destinos e que abre as portas para a Europa. É um destino calmo e seguro para investir e residir de forma temporária ou permanente. O turismo para além da sua relevante importância na captação de receitas e geração de emprego vem sendo um instrumento estratégico para a experimentação e prescrição de um potencial destino de investimento imobiliário. 

É necessário que em Portugal sejam se continue a trabalhar para criar melhores condições para a captação de novas fontes de investimento, especialmente se vocacionadas para a requalificação e valorização do edificado. Não são apenas as estatísticas, desde que cheguei a Portugal tenho conversado com muitos profissionais imobiliários e o clima é de confiança e optimismo agora que o programa dos “vistos gold” foi retomado. É indispensável preservar a competitividade da nossa oferta, criando um quadro legal e fiscal estável, duradouro e “amigo” do investimento turístico e imobiliário, por forma a consolidar essa tendência continuada de crescimento. 

Ultrapassados os tempos mais difíceis deve passar-se para medidas concretas que ajudem a consolidar a recuperação dos sectores da construção e do imobiliário e permitam a oferta de produtos (compra e arrendamento) ajustados às actuais necessidades habitacionais e ao poder aquisitivo dos portugueses. Um mercado imobiliário activo e equilibrado que possibilite continuar a captação de investimento estrangeiro mas que atenda também ao comprador e locatário nacional. Em Portugal já existem programas que dinamizam a reabilitação em zonas delimitadas fomentando o arrendamento a valores acessíveis.

É um bom princípio que procura compensar um “déficit ” no mercado imobiliário. No entanto não poderá existir um mercado de arrendamento dinâmico por decreto ou por intenções do decisor por melhores que sejam. Sem investidores e proprietários não existirá mercado. É necessário que sejam criadas condições de implementação destes programas que tornem atractivo o investimento em reabilitação para arrendamento a preços condicionados. 

Terminamos com boas notícias para a cooperação no mundo lusófono que continuam a chegar através da Sofid (Sociedade para o Financiamento do Desenvolvimento). O fundo Investimoz, gerido por esta sociedade deverá financiar este ano, projectos na ordem dos 12,9 milhões de euros em Moçambique entre os quais a construção de um hotel no norte do País. Também o Salão Imobiliário de Portugal que se realiza de 7 a 11 de Outubro no Parque das Nações em Lisboa, será um barómetro do mercado imobiliário no espaço lusófono. 

Source: Jorge Garcia, Especialista em Imobiliário

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