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15 mars 2017

Imobiliário de interesse histórico

Francisco Grácio, Administrador da PortugalRur

Portugal procura constantemente, e bem, factores que nos diferenciem, aos mais diversos níveis, dos restantes países europeus. Muitos desses factores de diferenciação têm de ser trabalhados e, até que se consiga alterar a percepção do consumidor, pode levar décadas a fio e milhões de investimento. E, ainda assim, nada garante o resultado que se pretende. É, com toda a certeza, um risco que se tem de correr. 

Mas, há factores endógenos, que são parte integrante do nosso ADN, enquanto país e povo, que nos distinguem dos demais países europeus, com os quais concorremos em termos de captação de turismo, talento, e investimento imobiliário, entre outros.
Há um que remonta a 5 de outubro de 1143: o Tratado de Zamora. Confere a Portugal algo único e indiscutível e que é o facto de sermos um dos mais antigos países europeus. Este dado singular representa um capital ímpar também no imobiliário. E não é apenas uma convicção própria. Resulta do contacto quotidiano com diversos investidores estrangeiros. Um dos factores sempre apontado, é a longevidade e diversidade histórica de Portugal. 

A nossa história, desde o condado Portucalense aos nossos dias, deixou um património edificado sem par na Europa e no mundo, que temos de saber capitalizar. Dos castelos, fortificações e outras estruturas edificadas, essenciais para captarmos o interesse turístico, até aos palácios, quintas e casas senhoriais brasonadas, que, hoje, são alvo da procura de investidores nacionais e estrangeiros que os valorizam, quer para habitação, quer para a criação de negócios ligados à hotelaria.

Têm ainda a grande vantagem, para a economia, de fixarem populações, criarem postos de trabalho e vitalidade económica, não apenas em Lisboa e outras grandes cidades, mas, sobretudo, no interior e zonas rurais do nosso país.
Se a isso somarmos o facto de este interesse salvar das ruínas património que é testemunho da história de Portugal, é caso para dizermos que a mediação imobiliária está, em muito, a contribuir para a preservação da nossa memória coletiva. 

De quintas brasonadas, que serviram de quarteis-generais aquando das invasões francesas, casas senhoriais oitocentistas onde viveram escritores ou famílias reais passaram férias, a montes que, já no final do século XX receberam encontros de militares que preparavam a revolução dos cravos, apenas para referir alguns, temos uma imensa riqueza em imobiliário com interesse histórico.
Empresas como a nossa, que têm por objetivo levar a boas mãos imóveis que são vestígios vivos da história portuguesa, sentem que o seu trabalho, muito mais do que um negocio, é uma missão. 

Se é lugar comum dizer-se que nunca saberemos para onde vamos, se não soubermos de onde vimos, tenho a segura convicção de que teremos um melhor futuro enquanto país com a crescente reabilitação de imóveis com interesse histórico.

Source: Francisco Grácio, Administrador da PortugalRur

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