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19 abril 2017

Boas tendências

Francisco Grácio, Administrador da PortugalRur


Depois da saída da troika que todos os números positivos sobre o mercado imobiliário nacional são vistos com cautela, muita reserva, ou, até mesmo, desconfiança. Há quatro anos que assistimos a uma recuperação importante deste sector vital da economia, mas, ainda assim, as reservas nas análises ao crescimento, mesmo que sustentado, são muitas. O passado assim o obriga. 

Todavia, o Instituto Nacional de Estatística deu a conhecer números que retiram quaisquer dúvidas e, definitivamente, nos colocam perante uma tendência sustentada de crescimento. Segundo esta entidade, os preços das casas aumentaram 7,1% de 2015 para 2016 (a mais expressiva, desde 2010!), tendo o sector crescido 4%. O números de transações aumentou 18,5% no mesmo período, o que correspondeu a um volume de negócios de cerca de 15 mil milhões de euros. 

Também o último trimestre de 2016 quebrou o record de transações desde 2010.
Poderíamos continuar a verter números positivos recentemente dados a conhecer pelo INE, mas ficamos pelos mais expressivos e que testemunham a sustentabilidade do sector em Portugal.
Como dado adicional importante, e depois de uma atenta análise, verificamos que estes números nacionais têm uma particular sustentação nos negócios concretizados em Lisboa e respeitam a imóveis usados, o que nos leva a uma questão evitada por muitos: será necessária mais construção nova ou de reabilitação na capital, particularmente no segmento premium e de luxo. Mas será apenas em Lisboa? A nossa resposta é: não. 

Será necessário responder a esta procura nas maiores cidades nacionais, de que o Porto é um bom exemplo.
Pode ser um tema impopular ou incómodo, mas retrata a realidade: há quem queira comprar casa nova nas grandes cidades e não tem uma oferta alinhada com o produto que procura. Uma oferta que terá ainda de estar alinhada com produtos de crédito destinados a esse afeito e que terão um papel fundamental como alavanca do crescimento. 

Mais do que uma volátil e passageira moda, estamos perante uma sustentada tendência de crescimento a que é preciso corresponder de forma clara, sem pré-conceitos ou medos do passado. É o futuro que temos de construir.

Fonte: Francisco Grácio, Administrador da PortugalRur

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