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10 maio 2018

CDS quer antigos hospitais de Lisboa transformados em habitação a custos acessíveis

Lisboa

Segundo o vereador João Gonçalves Pereira, citado pelo jornal Público em vez da requisição de imóveis particulares para resolver o problema – como diz quererem o Governo e os partidos que o apoiam – o Estado tem de esgotar o património de que é dono.

Todos os hospitais da colina de Santana pertencem à Estamo, a imobiliária do Estado a quem o próprio Estado vendeu os edifícios, pelos quais paga renda. O CDS quer que seja assinado um protocolo entre a autarquia e aquela empresa “com vista à reabilitação e reconversão dos edifícios hospitalares desocupados e a desocupar” e “à sua posterior afetação a um programa de arrendamento habitacional a preços moderados”, descreve ainda aquele jornal.

Pouco se sabe do futuro da colina de Santana para lá de 2022, quando está prevista a inauguração do novo Hospital de Lisboa Oriental. A opção por construção nova é uma das hipóteses, mas não parece ser a mais apreciada, dada a capacidade já instalada no terreno.

Por outro lado, pode não ser fácil apostar na sua reconversão para fins habitacionais: as obras teriam de ser profundas e, para todos os efeitos, uma parte do mercado potencial pode sempre ter alguns pruridos em viver num edifício que foi anteriormente um hospital.

De qualquer modo, e segundo o Público, o Ministério da Saúde garante que alguns hospitais vão continuar a prestar cuidados, embora numa versão mais reduzida, o que tem originado divergências entre os partidos com assento na câmara e na assembleia municipal.

O CDS recorda ainda que a Santa Casa da Misericórdia é o segundo maior proprietário da cidade, mas, nessa área particular, o presidente da câmara de Lisboa, Fernando Medina, já disse que está a negociar para que as casas da instituição integrem o Programa de Renda Acessível (PRA), lançado pela autarquia.

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