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03 setembro 2018

Rendas avançam 1,15% em 2019 mas poucos serão abrangidos

rendas

A taxa de inflação de agosto vai ditar um aumento de 1,15% nas rendas em 2019 o que, traduzido em euros, significa uma subida entre 2 e 14 euros para os inquilinos que pagam atualmente 200 a 1200 euros mensais de renda. O valor é desmaiado baixo e, dizem os proprietários, totalmente desfasado do que se passa no mercado imobiliário. E é por isso que são cada vez mais os senhorios que optam por juntar as subidas ditadas pela inflação em grupos de três anos.

A inflação média nos últimos 12 meses apurada em agosto, sem habitação, é a que serve de referência a esta atualização das rendas. E, de acordo com o valor provisório ontem divulgada pelo Instituto Nacional de Estatística (o definitivo será conhecido a 12 de setembro) será de 1,15% – ligeiramente acima dos 1,12% deste ano.

Na mira desta subida estão os chamados contratos antigos (os habitacionais anteriores 1990 e os não habitacionais realizados antes de 1995) que não estejam abrangidos pelo regime transitório criado em 2012, bem como os celebrados daquela data em diante. Nas contas de António Frias Marques, presidente da Associação Nacional de Proprietários, dos cerca de 800 mil contratos serão cerca de 10% os que cumprem os requisitos para esta atualização. O número é reduzido porque, precisa, é necessário descontar as rendas antigas em regime transitório e os contratos de duração mais pequena que raramente são renovados automaticamente, optando os proprietários por fazer um novo, com uma renda em linha com os valores do mercado.

Fonte: Dinheiro Digital

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