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18 outubro 2018

Promotores condenam agravamento do IMI e ausência de medidas para o arrendamento

OE

A “guerra” já não é de agora, mas o novo Orçamento de Estado (OE) 2019 não veio alterar o cenário já anteriormente criticado pelos promotores imobiliários no que diz respeito ao agravamento do IMI para prédios devolutos. Em nome destes profissionais, a Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII), considera a medida “penalizadora” e que “em nada contribuirá para a recuperação económica do País”.

“É importante frisar que a regeneração dos centros urbanos não deve ser imposta, mas sim favorecida. Com esta punição excessiva não se criam condições (bem pelo contrário) para aos proprietários se capitalizarem, readquirem a confiança necessária e investirem na reabilitação do seu edificado. Com tamanha penalização, é óbvio que o proprietário fica mais descapitalizado, tendo cada vez menos possibilidades económicas para fazer obras”, afirma Hugo Santos Ferreira, vice-presidente executivo da APPII.

E acrescenta que o é que necessário é dinamizar o mercado de arrendamento e promover um clima de incentivo e confiança: “Com o período de grande dinamismo que o mercado vive, qualquer senhorio deseja reabilitar o seu edificado e colocá-lo rapidamente no mercado do arrendamento”.

Medidas que deveriam passar por “aumentar a oferta de habitações para arrendamento, reabilitar os edifícios existentes e construir novas habitações para arrendamento” e com isso “aumentar a oferta e responder às necessidades da procura, em preço, quantidade e localização”.

A APPII lamenta ainda “uma total ausência de medidas que visem, de uma vez por todas, dinamizar o ausente mercado do arrendamento habitacional de longa duração”. Referindo ao OE2019, em particular, Hugo Santos Ferreira indica que “não se verifica qualquer medida de incentivo e que tanta falta faziam num momento em que se pretende aumentar a oferta de habitação às famílias portuguesas e aos jovens”.

Existem hoje uma série de oportunidades que não devem ser desperdiçadas, destaca ainda o vice-presidente executivo da APPII, nomeadamente ao nível do “crescimento da procura de habitação por estrangeiros, para turismo ou para residência temporária; atracção dos jovens e famílias pelos centros das cidades, invertendo a tendência das últimas década, a um aumento da procura de habitações para arrendamento, invertendo também a tendência das últimas décadas.”

Fonte: Construir.pt

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